domingo, 19 de janeiro de 2014

Novidades na correção a Laser da miopia, astigmatismo e hipermetropia



O estudo do Excimer Laser iniciou nos Estados Unidos e Europa nos anos 80 e logo consagrou seu uso em oftalmologia com milhares de cirurgias realizadas em todo o mundo. O Excimer é uma tecnologia que revolucionou a cirurgia refrativa com maior segurança e previsibilidade dos resultados, permitindo a independência do uso de lentes corretivas para atividades rotineiras. É uma boa opção para quem deseja libertar-se dos óculos ou lentes de contato.

Excimer Laser
Atualmente, com a nova geração de Lasers a cirurgia para correção da miopiaastigmatismo ehipermetropia tornou-se  mais rápida,  segura e mais precisa do que nunca.  A alta qualidade do desempenho visual e o processo de cicatrização são significativamente mais rápidos com estes novos aparelhos de laser. 

Eles oferecem tecnologia de ponta nas áreas de Velocidade e Precisão – freqüência de pulso, o perfil do feixe óptico, bem como Segurança e Conforto pela tecnologia do eye tracking.
A consulta com oftalmologista especialista em cirurgia refrativa aliada às novidades tecnológicas tornam esse procedimento mais seguro e eficaz. Para maiores detalhes acesse o link  cirurgia refrativa.
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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Google desenvolve lentes de contato para pessoas com diabetes


Google anunciou na quinta-feira (16) que está desenvolvendo lentes de contato para ajudar pessoas com diabetes a controlar seus níveis de açúcar no sangue.

"Estamos testando lentes inteligentes fabricadas para medir a taxa de glicose nas lágrimas'", explicaram os responsáveis pelo projeto, Brian Otis e Babak Parviz.

As lentes funcionam com um pequeno dispositivo conectado a um detector de glicose em miniatura no material com o qual são feitas as lentes.

Segundo o Google, os protótipos puderam determinar a glicose nas lágrimas a cada segundo. Os pesquisadores analisaram, ainda, a possibilidade de integrar sinais luminosos para que o produto alerte sobre níveis perigosos de açúcar no sangue.

Os testes clínicos das lentes e os procedimentos para registrá-lo na agência de medicamentos dos Estados Unidos, a FDA, já estão em andamento.

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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Mamão para a saúde dos olhos

O mamão tem ação benéfica sobre os quadros de catarata e
pode ajudar a prevenir e a cuidar da doença, evitando a sua 
progressão
O mamão é fonte de carotenoides, como o betacaroteno, a zeaxantina e a luteína. “Carotenoides são complexos químicos e vitamínicos muito importantes na prevenção de doenças de retina, como degenerações de mácula e distrofias retinianas. Eles também atuam como coadjuvantes no tratamento de doenças relacionadas a essa parte do olho”, diz Rodrigo Angelucci, professor de oftalmologia da Faculdade de Medicina do ABC. A retina é a membrana interna do olho, capaz de captar os sinais luminosos. Ela participa do processo de formação de imagens, que consiste na transmissão do impulso visual do nervo óptico ao cérebro “A saúde da retina, portanto, vai ajudar a garantir uma boa visão, principalmente à noite”, explica Andréia Naves. A fruta também tem ação benéfica sobre os quadros de catarata e pode ajudar a prevenir e a cuidar da doença, evitando a progressão acelerada.

Quanto você precisa consumir?

O melhor é incluir uma fatia pequena de mamão no seu café da manhã, diariamente. Para potencializar a ação do alimento,  aumente também a ingestão de zinco, mineral que está presente nos cereais integrais, nas castanhas, nas carnes vermelhas e nas ostras. “Quando uma pessoa consome alimentos de cor amarela e laranja e apresenta a palma da mão, planta dos pés e nariz amarelados, isso significa que ela está ingerindo pouco zinco. Então, será preciso aumentar a quantidade de alimentos ricos nesse mineral na alimentação, para permitir que os carotenoides se convertam em vitamina A”, diz Andréia Naves. Outra informação importante: as gorduras podem potencializar a ação dos carotenoides no organismo. Por isso, vale a pena ralar uma ou duas castanhas do Brasil sobre o seu mamão, antes de consumi-lo.

Ação em outras partes do corpo

A fruta dá uma força extra ao intestino, combatendo a prisão de ventre e a formação de gases, graças às substâncias laxativas e às fibras que contém. É uma excelente fonte de vitamina C, que atua sobre a saúde da pele e ainda fortalece os sistemas de defesa. Também é rica em cálcio e potássio, entre outros minerais. “A grande quantidade de potássio (257 mg por 100 g) e de cálcio (24 mg por 100 g) do alimento faz da fruta um composto extremamente importante na prevenção de quadros de hipertensão e de problemas cardiovasculares”, garante a  nutricionista Patrícia Davidson.



Fonte: Revista Viva Saúde (http://revistavivasaude.uol.com.br/guia/mamao-para-a-saude-dos-olhos/1208/)
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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Uma luz para a cegueira

O início do ano que vem, pode ser dado o primeiro passo no longo caminho rumo a um tratamento para grande parte dos pacientes com degeneração macular, que acomete cerca de 30% da população mundial com 65 anos ou mais e é a maior causa de cegueira não reversível nessa faixa etária. Uma colaboração entre a Universidade Federal Paulista (Unifesp) e o Instituto para Medicina Regenerativa da Califórnia (Cirm, na sigla em inglês) pretende começar um estudo clínico no Brasil e nos Estados Unidos para avaliar a segurança de um novo procedimento com células-tronco embrionárias para tratar a doença. Os pesquisadores ainda aguardam a aprovação da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep).

A degeneração macular leva a uma perda progressiva da acuidade fina na porção central do campo visual e interfere em atividades como leitura e reconhecimento de faces. Esse mal tem duas formas, seca e úmida, sendo que esta última é a única com algum tipo de tratamento paliativo. Mas apenas 10% dos acometidos com degeneração macular sofrem da forma úmida.

A doença é causada pela destruição das células fotorreceptoras (cones e bastonetes) localizadas na mácula, região próxima ao centro da retina e que é responsável por essa acuidade fina da visão. Isso ocorre porque as células do epitélio pigmentar da retina (EPR), que estão localizadas abaixo dos fotorreceptores, deixam de processar um rejeito metabólico chamado de drusa, e este se acumula entre o EPR e a camada inferior, chamada de coroide. Com o tempo, esse acúmulo vai comprometendo a mácula. Na forma úmida, vasos sanguíneos do coroide afloram pela retina e inundam a região.

A nova terapia consiste no implante cirúrgico sob a retina dos pacientes de um suporte feito com um polímero biocompatível, o parilene. Esse dispositivo tem 7,5 mm de comprimento e 3,5 mm de largura e possui duas partes. A primeira é uma trama de 6,3 micrômetros (µm) de espessura, que fornece suporte mecânico. Sobre ela, é posicionada uma camada ultrafina (com 0,3 µm de espessura), também de parilene, que cria uma zona de difusão de nutrientes para as células que revestirão sua superfície superior. Esse revestimento celular é feito com células de EPR derivadas de células-tronco embrionárias humanas.

Em testes em que o dispositivo foi implantado em porcos, os pesquisadores conseguiram estabelecer sobre o suporte 6.200 células/mm² – um nível de 5.000/mm² já é considerado normal. “As células de EPR na base de parilene retomam o processamento da drusa, impedindo seu acúmulo”, disse um dos coordenadores do estudo, o médico Rodrigo Brant, do Departamento de Oftalmologia da Unifesp, durante apresentação do trabalho na 28ª Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (Fesbe), realizada esta semana em Caxambu (Minas Gerais).

Brant explicou que as células de EPR usadas no dispositivo são derivadas de H9, uma linhagem de células-tronco embrionárias que se diferencia nas de EPR espontaneamente, sem necessidade de indução. “Um dos problemas de se usar células-tronco embrionárias é que os sistemas de indução podem levar essas células a gerarem tumores ou teratomas. Na H9, não há esse risco, mas ainda não se sabe por que ela se diferencia de maneira espontânea.”

Crescimento orientado

O pesquisador acrescentou que a escolha pelo suporte foi feita para se obter uma monocamada de células com orientação igual à das encontradas originalmente na retina. “O lado que fica voltado para os fotorreceptores possui vilosidades que fagocitam, isto é, capturam as drusas”, observou o médico. Segundo ele, a injeção das células sem o suporte resultaria em um aglomerado que acabaria sendo destruído por células do sistema imune.

“Um estudo de injeção sem suporte, publicado na revista científica The Lancet, foi alardeado como um grande feito. Mas depois se perceberam os problemas dessa técnica específica, o que levou ao abandono dessa pesquisa”, lembrou Brant.

O estudo clínico no Brasil contará com 15 pacientes: cinco com a forma seca da degeneração macular, cinco com a forma úmida e cinco com a doença de Stargardt, uma degeneração macular de origem genética que ocorre em jovens. “Como é um ensaio de fase I, nosso objetivo principal é determinar a segurança da cirurgia e a viabilidade das células, bem como se elas migram da área implantada ou causam tumores”, explicou o pesquisador.

Se o estudo for aprovado pelo Conep, Brant informou que a triagem de pacientes para participar do ensaio deve começar em alguns meses. “É importante ressaltar que não podemos começar o estudo sem essa aprovação e, portanto, ainda não estamos realizando o procedimento ou selecionando candidatos.”
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